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PITIMBU NOTÍCIA

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Olha quem quer voltar...


Jovem fica em estado grave ao cair de moto quando empinava veículo em Alhandra

É grave o estado de saúde de Felipe Pereira da Cruz que se envolveu em um acidente na noite dessa quarta-feira (18), no Centro da cidade de Alhandra, no Litoral Sul.
Segundo informações do Samu, o jovem estaria empinando uma motocicleta quando teria se desequilibrado e caiu por cima da moto.
Devido a forte pancada, Felipe Pereira ficou em estado grave e socorrido às pressas para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde passou por procedimentos cirúrgicos.
Portal do Litoral

Ricardo Coutinho diz que Joaquim Barbosa poderá liderar uma frente, além das esquerdas, para vencer eleições

Ricardo Coutinho diz que Joaquim Barbosa poderá liderar uma frente, além das esquerdas, para vencer eleições
(Brasília-DF, 19/04/2018) O comitê eleitoral do Partido Socialista Brasileiro(PSB) recebeu o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, para um primeiro encontro após filiação e divulgação da pesquisa Datafolha que o colocou em terceiro lugar nas intenções de votos para Presidência da República. O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho(PSB), conhecido por sua simpatia ao ex-presidente Lula e que tentou visita-lo na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba(PR), se disse impressionado com o desemprenho nas pesquisas do ex-ministro, que isso não era tudo, defendeu uma frente ampla pela democracia, além das esquerdas, e questionado disse que Barbosa poderia até liderar esse frente ampla.
No início Coutinho, em coletiva, foi cuidadoso, salientando o primeiro encontro, um verdadeiro conhecimento.  Ele disse que Barbosa surge significativo face ao momento de poucas referências nacionais.
“Nós estamos construindo algumas situações que sejam cômodas para o Ministro e cômodas para o partido, portanto não há nada em definitivo. O que existe, apenas, é o reconhecimento de que o nome do Ministro Joaquim Barbosa é um nome potencialmente forte num Brasil, hoje, em que há poucas referências. O Partido, ao lado do Ministro, haverá de conversar sobre essas coisas. Nós estamos conversando sobre essas coisas, particularmente é um primeiro encontro de conteúdo político com, já tinha tido de conteúdo jurídico com o Ministro, mas é o meu primeiro encontro de conteúdo político. Então, eu não tenho opiniões formadas, até porque nem o próprio Ministro ainda não se disse disposto a fazer uma caminhada pelo Brasil colocando sua postulação à Presidência da República”, disse, inicialmente.
Ele foi questionado pela reportagem da Política Real se lhe impressionava o desempenho inicial do ex-ministro, que não tinha sido lançado por ninguém e que chegava à cena pública como chegava segundo a última pesquisa Datafolha.
“É muito impressionante. É muito impressionante. O Brasil vive um momento de alto questionamento muito profundo da própria política. Existem forças, por um lado, que tentam diminuir a força da política, e por outro lado existem fatos dentro da política que depõem contra a política. Isso tornou esse cenário um tanto surreal.  O Ministro Joaquim Barbosa tem características que impactam fortemente a visão do eleitor médio no Brasil. Isso é um fator, apenas, claro, não é um fator definitivo”, salientou.
Ele foi questionado pelos jornalistas se era o primeiro encontro com Barbosa.  “Eu conhecia o Ministro de uma audiência de uns 10 minutos, há uns 7 a 10 anos atrás”.  Ele foi perguntado sobre o que achou da conversa e se achava positivo. “ A conversa foi muito positiva. A conversa continua.  A impressão foi boa”, disse.
Ideias e pensamentos
Ele foi perguntado, numa entrevista concedida na escadaria do prédio sede do PSB Nacional que funciona no bairro Asa Norte, na Capital Federal, sobre as ideias do Ministro e se foi tratado sobre isso no encontro - nesse momento, ele defendeu uma frente pela democracia que vá além das esquerdas.
“O que estamos fazendo é um reconhecimento amplo das ideias.  O Ministro tem, ao longo de sua vida, várias ideias, muitas ideias, sobre praticamente tudo, sobre economia, sobre costumes, sobre petróleo, basta pesquisar. Eu, particularmente, não cheguei a fazer essa discussão específica. Nós vamos ter outros momentos, claro, o importante é que além da candidatura, em si, que o PSB pode apresentar do Ministro Joaquim Barbosa, mas que há no partido, uma clareza muito grande, de uma ampla frente democrática em defesa, puramente, da democracia, não é nem uma frente de esquerda, uma frente democrática para, eu vou usar a palavra – reestabelecer um processo democrático mais profundo neste país.”, destacou.
Nesse ponto da conversa com os jornalistas, Coutinho disse que não poderia haver exclusividade e hegemonia, numa clara referência ao PT, apesar dele negar que o recado fosse dirigido do partido do ex-presidente Lula.
“Agora, uma frente depende de outros atores. Se outros atores não querem discutir em pé de igualdade essa frente, sem exclusivismos, nem hegemonia,( sr. fala do PT?). Eu falo de todos. Se não querem, o PSB se sente no direito de buscar um nome, construir uma candidatura para ofertar enquanto alternativa para o povo.....Eu penso, apenas, eu penso, não sei se é majoritário dentro do partido, mas para essa situação em que o país se encontra de aumento vertiginoso da intolerância, do ódio, da violência, da hipertrofia de poderes sobre outros, enfim, um cenário de desagregação de direitos, dos trabalhadores , esse é um cenário muito difícil para a democracia, penso que os democratas, instituições, entidades, personalidades, partidos, precisariam construir um projeto mínimo de se juntarem, disputar juntos a eleições e vencerem.”
PSB
Ele disse que o PSB deve ter protagonismo na cena política face a sua história e tradição.
“Eu penso que o PSB, um partido que tem tradição e história como um partido de médio porte, um partido que governa, com boas experiências, vários estados, o PSB tem como dar uma boa contribuição a esse debate a construir, mas espero, repito, com outras mãos, com outras companhias, sem hegemonias e exclusivismos, para que a gente possa pensar o que é importante e essencial para esse país”, tratando novamente de uma frente.
Nesse momento da coletiva, jornalista questionou se Joaquim Barbosa poderia ser o nome para unir essa frente.  - Essa Frente pode ser feita em torno do Ministro Joaquim Barbosa?
“Pode, desde que o Ministro e o Partido convirjam para uma determinada vontade e posição. O que está em jogo não é apenas uma eleição para Presidente, o que está em jogo é o País retomar um caminho natural democrático. Nós estamos em risco com esse processo.”
Outro jornalista salientou sobre o propalado gênio forte e Joaquim Barbosa, considerado por alguns analista como individualista e se isso o preocupava.
“Dizem isso de mim também, eu não sei se é verdade não!”, disse, para risos dos jornalistas.
Ricardo Coutinho saiu antes do final da conversa de Barbosa com a cúpula socialista. Disse que tinha agenda de trabalho na capital federal e que tinha que cumprir, inclusive no Supremo Tribunal Federal(STF).

As informações são do portal Política Real

Fachin libera para julgamento denúncia contra Geddel e Lúcio Vieira


O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA), o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA) e outras quatro pessoas por lavagem de dinheiro e associação criminosa.
denúncia se refere ao caso dos R$ 51 milhões em dinheiro vivo atribuídos a Geddel, pela Polícia Federal (PF), encontrados em malas em um apartamento em Salvador.
Além de Geddel e Lúcio Vieira Lima, a PGR também denunciou:
  • a mãe deles, Marluce Vieira Lima;
  • o ex-assessor Job Ribeiro, que trabalhava com Lúcio Vieira Lima;
  • o ex-diretor da Defesa Civil de Salvador Gustavo Ferraz;
  • o sócio da empresa Cosbat Luiz Fernando Costa Filho.
Com a liberação da denúncia, o caso deverá ser julgado pelos ministros da Segunda Turma do STF, composta, além de Fachin, pelos ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Celso de Mello.
Ainda não há data marcada para o julgamento. Caso a denúncia seja aceita, os acusados passarão à condição de réus em ação penal no Supremo

sábado, 15 de abril de 2017

Festival de Sabores e Saberes da Costa do Conde será lançada na semana que vem


Festival de Sabores e Saberes da Costa do Conde será lançada na semana que vem
 O lançamento oficial da 4ª edição do Festival de Sabores e Saberes da Costa do Conde na Paraíba ocorre no próximo dia 18 (terça-feira). De acordo com a diretoria da Associação Comercial, Industrial e de Serviços da Costa do Conde (Acic), que organiza e promove o festival, neste ano deverá contar com as participações de 13 restaurantes. O evento conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur).


A presidente da PBTur, Ruth Avelino, informa que o lançamento de todos os detalhes do festival vai acontecer no dia 18 de abril, às 15h, no hotel Nord Tabatinga, na praia de mesmo nome.


De acordo com Ruth, o festival chega a sua quarta edição com uma proposta definida: divulgar as potencialidades gastronômicas e turísticas da Costa do Conde e atrair um número cada vez maior de turistas. “A proposta, desde o início, foi de incrementar a movimentação turística no Conde durante os feriadões prolongados. Hotéis e restaurantes são os principais beneficiados com o festival”, explicou.


Segundo a diretoria da Acic, o Festival vai ocorrer do dia 20 de abril a 1º de maio e inclui dois feriados prolongados: Tiradentes e do Trabalhador. O evento visa apresentar ao público consumidor os pratos criados pelos chefs dos 13 restaurantes participantes.


Nesta quarta edição, serão homenageados os artesãos, valorizando os saberes locais e mostrando a variedade de produtos artesanais que a região oferece.



Foto: Divulgação-SecomPB Secom-PB

Balanço parcial sobre apreensão de drogas na operação Semana Santa na Paraíba

Fonte: Secom/PB
A Polícia Militar apreendeu 13,5 kg de maconha, 700 gramas de crack, 230 unidades de LSD e 15 pinos de cocaína, das 18h da última quarta-feira (12) até as 10h desta sexta-feira (14), na operação Semana Santa, conforme balanço parcial divulgado pela corporação.
Foto: Secom/PB
Um total de 10 suspeitos foram presos por tráfico de drogas. As apreensões aconteceram nas cidades de João Pessoa, Monteiro, Santa Rita e Cajazeiras, como resultados das abordagens e ações desencadeadas após denúncias recebidas pela PM.
Além das apreensões de drogas, a operação Semana Santa também recuperou, no mesmo período, 10 veículos com registro de roubo ou furto nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Santa Luzia, Guarabira, Pedras de Fogo e Caaporã. Foram recuperados 5 carros e 5 motos.

Coreia do Norte diz que está pronta para guerra com armas nucleares


Da Agência EFE


Desfile militar do "Dia do Sol", em Pyongyang
Coreia do Norte diz que está pronta para confronto nuclear contra os EUA Agência EFE
















O vice-presidente do Partido dos Trabalhadores de Coreia do Norte, Choe Ryong-hae, disse hoje (15) durante um grande desfile militar em Pyongyang que o povo norte-coreano está "preparado para a guerra" contra os Estados Unidos com suas armas nucleares. As informações são da Agência EFE.
"Estamos completamente preparados para enfrentar qualquer tipo de guerra com nossas armas nucleares se os EUA atacarem a península da Coreia", disse Ryong-hae, considerado O número dois do regime, em seu discurso durante a exibição militar em comemoração ao 105º aniversário do fundador do país, Kim Il-sung.
Durante o desfile do "Dia do Sol", presidido pelo líder Kim Jong-un, o Exército norte-coreano mostrou seu arsenal, incluindo vários mísseis balísticos, entre os quais encontrava-se um possível novo projétil de alcance intercontinental.
"Se os EUA fizerem provocações imprudentes contra nós, nossa força revolucionária contra-atacará num instante, com um ataque aniquilador e responderemos a uma guerra total com guerra total e a ataques nucleares com nosso próprio arsenal atômico", disse Choe.
Ele também acusou os EUA de posicionar armas nucleares no Sul da península coreana, "o que está criando uma situação muito tensa que ameaça a paz e a segurança não só da região, como também do mundo inteiro".
Washington decidiu enviar recentemente um porta-aviões nuclear à península da Coreia em resposta aos lançamentos de mísseis de Pyongyang e Washington, e chegou a insinuar que estuda a possibilidade de um ataque preventivo para frear os avanços armamentísticos do regime norte-coreano.
"Os imperialistas estão tentando isolar nosso povo onde as pessoas só querem viver em paz", afirmou o vice-presidente do Partido dos Trabalhadores.

Edição: Amanda Cieglinski

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Dilma recua e não fala em golpe durante discurso na ONU

Presidente discursou em evento de assinatura do acordo do clima de Paris.
Ela disse país tem 'pujante democracia' e povo 'saberá impedir retrocessos'.

Do G1, em Brasília









A presidente Dilma Rousseff recuou e não se disse vítima de um "golpe parlamentar" no Brasil ao discursar nesta sexta-feira (22) perante chefes de Estado mundiais na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Praticamente todo o seu discurso foi sobre clima. Apenas nas cinco frases finais, Dilma disse que o Brasil vive atualmente um "grave momento", com uma sociedade que construiu uma "pujante democracia" e que o povo saberá "impedir quaisquer retrocessos".

Alvo de um processo de impechment no Congresso Nacional, a presidente chegou a cogitar nos últimos dias, segundo assessores do Palácio do Planalto, denunciar durante seu discurso na ONU que é vítima de um "golpe parlamentar" no Brasil.
Diante dessa possibilidade, os ministros do Supremo Tribunal Federal Celso de Melo, Dias Toffoli e Gilmar Mendes refutaram a tese da presidente, atestando que há base legal para o processo de afastamento que tramita no Legislativo.
"Há um equívoco quando [Dilma] afirma que há um golpe parlamentar, ao contrário. O Supremo Tribunal Federal, ao julgar uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, deixou claro que o procedimento destinado à abertura do processo de impeachment observa os alinhamentos ditados pela Constituição da República", disse Celso de Mello.

A presidente gastou quase toda a sua fala de 8 minutos e 42 segundos com considerações sobre o acordo climático e apenas mencionou a situação política em sua conclusão: "Não posso terminar minhas palavras sem mencionar o grave momento que vive o Brasil. A despeito disso, quero dizer que o Brasil é um grande país, com uma sociedade que soube vencer o autoritarismo e construir uma pujante democracia. Nosso povo é trabalhador e com grande apreço pela liberdade. Saberá, não tenho dúvidas, impedir quaisquer retrocessos. Sou grata a todos os líderes que expressaram a mim sua solidariedade", afirmou a presidente em discurso na solenidade de assinatura do acordo do clima de Paris.

Nas entrevistas em que dará nesta sexta, é possível que Dilma fale sobre a situação política brasileira, como fez em entrevistas desde segunda-feira, um dia depois de a Câmara dos Deputados autorizar, com 367 votos (25 a mais que o necessário), o prosseguimento do processo de impeachment contra a presidente.

Dilma desembarcou em Nova York na noite desta quinta (21). Ao chegar na residência oficial do embaixador do Brasil na ONU, Antônio Patriota, manifestantes contrários ao processo de impeachment a aguardavam para demonstrar solidariedade e apoio à petista. Nesta sexta (22)houve manifestações contra e a favor de Dilma nas proximidades da ONU antes de seu discurso.
Segundo a assessoria da Presidência, a presidente deve retornar ao Brasil neste sábado (23). Antes de voltar ao país, ela deve conceder entrevistas para a imprensa.

Nesta sexta, o jornal norte-americano “New York Times” publicou uma entrevista com o vice-presidente da República, Michel Temer, no qual ele disse estar “muito preocupado” com a tese de Dilma de dizer que o processo de impeachment é um golpe.

Segundo o colunista do G1 e da GloboNewsGerson Camarotti, embora a ideia inicial de Dilma fosse denunciar o “golpe” na ONU, nesta quinta (21) assessores próximos da presidente ponderaram que não seria adequado ela fazer um discurso de conteúdo político para uma plateia técnica, formada por líderes mundiais que negociaram o acordo de Paris sobre mudanças climáticas.
Acordo do clima
Nesta sexta-feira, líderes mundiais se reuniram na sede da ONU para assinar o acordo sobre mudanças climáticas elaborados no ano passado, em Paris, durante a COP 21. Para que as metas estipuladas se tornem lei, o governo de cada país deverá articular a aprovação das regras junto aos seus parlamentos.

O acordo envolve, por exemplo, a redução da emissão de gases do efeito estufa, a adoção de matrizes energéticas mais limpas e o reflorestamento de áreas verdes desmatadas.
Em seu discurso para a comunidade internacional, que durou cerca de dez minutos, Dilma Roussef afirmou que as metas do Brasil até 2030 são: reduzir em 43% a emissão de gases do efeito estufa; zerar o desmatamento na Amazônia; reflorestar 12 milhões de hectares de florestas e 15 milhões de hectares de pastagens degradadas; integrar 5 milhões de hectares na relação lavoura-pecuária-florestas; e adotar 45% de energias renováveis na matriz energética.

"Países em desenvolvimento, como o Brasil, têm apresentado resultados expressivos na redução das emissões [de gases] e se comprometido com metas ambiciosas. O desafio é enfrentar as mudanças climáticas. [...] E isso exige, de forma continuada, a mobilização e a implementação dos meios adequados para que os países em desenvolvimento tenham o suporte necessário e contribuam para os esforços globais", declarou a presidente na solenidade da ONU.
Leia a íntegra do discurso de Dilma na ONU:
Senhor secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon,
Senhor presidente da França e presidente da COP21, presidente François Hollande,
Senhoras e senhores chefes de Estado e de governo participantes dessa cerimônia de assinatura do Acordo de Paris,
Senhoras e senhores integrantes de delegações,
Senhoras e senhores,
Com imensa honra e emoção, venho a Nova Iorque, hoje, no Dia da Terra, assinar o Acordo de Paris sobre a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, um acordo universal.
Sua conclusão exitosa, em dezembro de 2015, representou um marco histórico na construção do mundo que queremos: um mundo de desenvolvimento sustentável para todos, com o cumprimento das metas estabelecidas na Agenda 2030. O êxito deve muito à atuação do governo francês, à judiciosa e paciente construção do acordo pelo presidente François Hollande e também ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Tenho orgulho do trabalho desenvolvido pelo meu governo e pelo meu país para que, coletivamente, chegássemos a esse acordo. Tenho orgulho de nossa contribuição e da contribuição de todos os países e da sociedade internacional. Agradeço o esforço e o trabalho incansável da equipe de negociadores do Brasil, chefiada pela nossa ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Nós, países participantes, demos respostas firmes e decisivas aos imensos desafios apresentados pela construção de um amplo consenso, consenso necessário para o enfrentamento das mudanças do clima.
Hoje, ao lado de todos os chefes de Estado e de governo aqui presentes, assumo o compromisso de assegurar a pronta entrada em vigor do Acordo no Brasil e mais uma vez saúdo a todos por essa histórica conquista da humanidade.
O caminho que teremos de percorrer agora será ainda mais desafiador: transformar nossas ambiciosas aspirações em resultados concretos. Realizar os compromissos que assumimos irá exigir a ação convergente de todos nós, de todos os nossos países e sociedades, rumo a uma vida e a uma economia menos dependentes de combustíveis fósseis, dedicadas e comprometidas com práticas sustentáveis na sua relação com o meio ambiente.
Países em desenvolvimento, como o Brasil, têm apresentado resultados expressivos na redução das emissões e se comprometeram  com metas ainda mais ambiciosas.
O desafio de enfrentar a mudança do clima torna imprescindível o aumento progressivo do nível de ambição dos países desenvolvidos. Exige, de forma contínua, a mobilização de meios de implementação adequados, para que os países em desenvolvimento tenham suporte e sigam contribuindo para os esforços globais de mitigação e adaptação.
É fundamental ampliar o financiamento do combate à mudança do clima para além do compromisso de US$ 100 bilhões anuais.
É indispensável criar meios de reorientar os fluxos financeiros internacionais de modo permanente para apoiar ações que representem soluções para o problema global e promovam também benefícios de adaptação, saúde pública e desenvolvimento sustentável.
É necessário, ainda, que o setor privado desenvolva um esforço robusto de redução de emissões.
Senhoras e senhores,
Ao reiterar o compromisso do Brasil com os objetivos do Acordo de Paris, quero assegurar que estamos perfeitamente cientes que firmá-lo é apenas o começo.  A parte mais fácil.
Meu país está determinado a intensificar ações de mitigação e de adaptação. Anunciei aqui, durante a Cúpula da Agenda de Desenvolvimento 2030, a contribuição brasileira de 37% de redução dos gases de efeito estufa até 2025, assim como a ambição de alcançarmos uma redução de 43% até 2030 – tomando 2005 como ano-base em ambos os casos.
Alcançaremos o desmatamento zero na Amazônia e vamos neutralizar as emissões originárias da supressão legal de vegetação. Nosso desafio é restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas e outros 15 milhões de hectares de pastagens degradadas. Promoveremos também a integração de 5 milhões de hectares na relação lavoura-pecuária e florestas.
Todas as fontes renováveis de energia terão sua participação em nossa matriz energética ampliada até alcançar 45% em 2030.
Continuaremos contando com a contribuição e a participação de todos os setores de nossa sociedade, que estão conscientes da amplitude do desafio, e com a necessidade de deixar este legado às futuras gerações.
Senhoras e senhores,
Meu governo traçou metas ambiciosas e ousadas porque sabe que os riscos associados aos efeitos negativos recaem fortemente sobre as populações vulneráveis de nosso país e do mundo quando nós não tomamos medidas corretas para a contenção da mudança do clima.
Essa preocupação deve ser compartilhada agora e por todos nós. Sem a redução da pobreza e da desigualdade não será possível vencer o combate à mudança do clima. E esse combate tampouco pode ser feito à custa dos que menos têm e menos podem.
Essa é uma das razões pelas quais o conceito de desenvolvimento sustentável precisa ser referência permanente de nosso projeto comum. Incluir, crescer, conservar e proteger: eis a síntese alcançada na Conferência Rio+20, realizada no Brasil em 2012.
Senhoras e senhores,
Não posso terminar minhas palavras sem mencionar o grave momento que vive o Brasil. A despeito disso, quero dizer que o Brasil é um grande país, com uma sociedade que soube vencer o autoritarismo e construir uma pujante democracia. Nosso povo é um povo trabalhador e com grande apreço pela liberdade. Saberá, não tenho dúvidas, impedir quaisquer retrocessos.
Sou grata a todos os líderes que expressaram a mim sua solidariedade.
Muito obrigada.

Dilma exonera Braga e Barbalho


Dilma exonera Braga e Barbalho
 A presidente Dilma Rousseff exonerou nesta sexta-feira (22) os ministros de Minas e Energia, Eduardo Braga, e da Secretaria de Portos, Helder Barbalho, ambos do PMDB, que entregaram suas cartas de demissão na última quarta (20). Para o lugar deles, foram nomeados, respectivamente, os ministros Marco Antônio Martins de Almeida e Maurício Muniz Barreto de Carvalho.

No "Diário Oficial da União" desta sexta também foram publicadas as nomeações dos novos ministros das Cidades, Inês da Silva Magalhães, que assume no lugar de Gilberto Kassab (PSD), e do Turismo, Alessandro Teixeira, para a vaga de Henrique Eduardo Alves (PMDB).

Nos casos de Eduardo Braga, Helder Barbalho e Henrique Alves, os três decidiram entregar os cargos em razão de o PMDB ter aprovado, no mês passado, o rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff. Na semana passada, também deixaram o Executivo Mauro Lopes (Aviação Civil) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia).

Até a decisão sobre o desembarque do governo, o PMDB comandava sete dos 32 ministérios e, atualmente, dois peemedebistas ainda permanecem à frente das pastas: Marcelo Castro (Saúde) e Kátia Abreu (Agricultura).

Já no caso de Gilberto Kassab, o ex-ministro das Cidades entregou sua carta de demissão após a bancada do PSD na Câmara decidir votar a favor do impeachment de Dilma.

Ministros interinos Mesmo com a nomeação dos quatro novos ministros nesta sexta, outras cinco pastas ainda estão sob o comando de chefes interinos: Casa Civil, Esporte, Ciência e Tecnologia, Integração Nacional e Aviação Civil.


G1

Efraim diz que escândalo envolvendo Lagoa e indiferença com Turismo descredenciam Cartaxo à reeleição


Efraim diz que escândalo envolvendo Lagoa e indiferença com Turismo descredenciam Cartaxo à reeleição
O deputado federal Efraim Filho, do DEM, descredenciou, em entrevista, nesta sexta-feira (22), o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), para uma eventual reeleição devido ao saldo negativo que, segundo ele, o gestor contabiliza ao final do primeiro mandato.

“Eu acredito que o prefeito Luciano Cartaxo chega ao último ano de mandato devendo. Devendo para a sociedade. A balança da gestão é muito deficitária, entre o que foi feito e o que se deixou de fazer, o peso é muito maior para o que se deixou de fazer”, analisou.

Segundo o parlamentar, Cartaxo, que foi eleito pelo Partido dos Trabalhadores, está com um saldo negativo, principalmente em face dos escândalos envolvendo as obras da Lagoa do Parque Solon de Lucena, em que a Controladoria Geral da União detectou indícios de desvios milionários. Outro ponto negativo que corrobora para a tese da não reeleição, citado por Efraim, foi o baixo investimento no potencial turístico da Capital .

“Eu cito como exemplo a questão do turismo que é um dos grandes geradores de emprego e renda. Todos vimos um vereador, como foi o caso de Bruno Farias, que deixou a secretaria de turismo porque o governo cortou todas as verbas e recursos na área, e isso foi amplamente divulgado. Então perguntamos como é que a indústria branca de João Pessoa, que é o turismo, que mexe com toda a economia, desde a hora que se chega no aeroporto com taxistas, até os hotéis, os comércios, os restaurantes, os garçons, é esquecido. O trade turístico acaba sendo desestimulado por uma ação do prefeito”, lamentou.

No tocante às obras da Lagoa, que estão sob suspeitas, Efraim acredita que o prefeito deixou a desejar.

“Cartaxo deixou a desejar, veja a infraestrutura com a questão da lagoa é um símbolo negativo do governo e ele chega numa situação delicada, que acaba fortalecendo as candidaturas da oposição”.

Em 2012 Efraim Filho disputou a vice-prefeito de João Pessoa na chapa encabeçada pela socialista Estela Bezerra. À época a chapa ficou em terceiro lugar, perdendo para a chapa tucana encabeçada por Cícero Lucena (PSDB) e para a chapa do atual prefeito Luciano Cartaxo (PSD).




PB Agora

Professor paraibano aplica provas vestido de Darth Vader

Professor fantasiado em sala de aula
Como se as provas não já fizessem parte do lado negro da força, tem professor por aí vestido de Darth Vader na sala de aula. Mas calma, é por uma boa causa. “O intuito de encarnar o lado “vilão” é aliviar a tensão da prova”, conta Lamartine Lacerda, de 42 anos, que leciona Direito Penal e Processo Penal em uma universidade em Campina Grande, na Paraíba.
A ideia veio há cerca de dois anos, quando começou a dar aulas de disciplinas consideradas tão densas por alunos e corpo docente. “No começo, os alunos ficam surpresos, mas sempre encaram com bom humor. Pedem para tirar foto e é sempre muito engraçado”, explica.
Precisa dizer que ele é um fã de Star Wars? “Sou aficionado pela série. Coleciono bonecos, canecas, camisetas, livros e já perdi as contas de quantas vezes assisti o filme. Fui levado pelo meu irmão para ver “O Império Contra Ataca“, o primeiro que assisti, ainda criança. Fiquei fascinado”, disse Lamartine.
No dia da estreia de “O Despertar da Força“, em dezembro de 2015, o professor conta que precisou aplicar prova e quase não se aguentou de tanta ansiedade: “Quase tive um troço. Só assisti dois dias depois e minha esposa ainda teve que aguentar e ver outras duas vezes”.
NE10

Acidente na BR-101 próximo ao Conde deixa um morto

fafdssad
Um homem morreu durante um grave acidente na noite desta quinta-feira (21) no KM-92 da BR-101. De acordo com a polícia, a vítima seguia em um Fiat Strada no sentido Recife/João Pessoa quando colidiu na traseira de um caminhão.
Equipes do Samu e Corpo de Bombeiros foram acionadas para fazer o socorro da vítima, mas ao chegar ao local nada pôde ser feito.
Por causa da gravidade dos ferimentos, o homem não resistiu e morreu. A vítima foi identificada como José Lisboa Ferreira. Ele tinha 53 anos.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Renan critica possível 'paralisia' no Congresso até impeachment

Presidente do Senado rebate declaração de Cunha dada um dia antes.
Renan diz que, 'quanto mais o deputado tentar interferir', 'só vai atrapalhar'.

Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criticou nesta quarta-feira (20) as declarações do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que cobrou celeridade na tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, e disse que, quanto mais o deputado “tentar interferir”, “só vai atrapalhar".
Na terça (19), diante da decisão do presidente do Senado de marcar a eleição da comissão especial que analisará o caso para a semana que vem, Cunha afirmou que a demora no desfecho do impeachment poderia “causar muitos prejuízos” ao país. Ele disse ainda que previa uma paralisia no Congresso Nacional até o Senado decidir sobre o processo.

“Nesta semana, não vamos ter votação. Semana que vem, o governo não é reconhecido pela Casa. O que vai acontecer a partir da semana que vem: nós temos uma ‘ainda’ presidente da República e ninguém vai reconhecer absolutamente nada para efeito de matérias. Então, há uma paralisia do Congresso Nacional até o Senado decidir. É isso que vai acontecer”, afirmou Cunha na terça (19).

Em resposta, Renan também disse que "paralisar as ações [da Casa] é muito ruim porque ninguém vai se beneficiar do lockout, do agravamento da crise, do desemprego, do aumento da desesperança".
"Quanto mais o presidente da Câmara tentar inteferir no ritmo de andamento do processo no Senado, sinceramente, ele só vai atrapalhar", respondeu o presidente do Senado.
Dois dias após o plenário da Câmara aprovar a abertura do processo de impeachment por 367 votos favoráveis e 137 contrários, Cunha disse o não ver ambiente político para votar qualquer coisa na Casa. Desafeto do Palácio do Planalto, ele disse que iria colocar os projetos em pauta, mas que o país tinha agora uma "ainda" presidente da República e "ninguém vai reconhecer absolutamente nada para efeito de matérias". 
Renan ponderou que deixar de votar matérias importantes só irá prejudicar o país e lembrou que, enquanto o processo andava na Câmara, o Senado não deixou de realizar votações.
"Por mais que queira, o Senado não pode atropelar prazo, nem deve fazer isso perante a história. Enquanto a Câmara votava autorização do impeachment, o Senado deliberava”, afirmou.
Renan listou propostas que foram votadas pelos senadores, como a lei de responsabilidade das estatais, o pré-sal, o desaparelhamento político dos fundos de pensão. “Eu, sinceramente, não acredito que o lockout ajuda o Brasil. Nós temos que separar as matérias de interesse do Brasil e as matérias de interesse de governos, que são efêmeros”, disse.
O presidente do Senado insistiu que a paralisação de uma das Casas do Legislativo só agravará a crise. "Acho que nesse momento de dificuldade do povo brasileiro, cada Casa pretender (...) interferir na outra Casa, isso é muito ruim, ou paralisar as suas ações é muito ruim porque ninguém vai se beneficiar do lockout, do agravamento da crise, do desemprego, do aumento da desesperança", ressaltou.
Renan defendeu uma tramitação com "responsabilidade" e "muito cuidado". "É um processo longo e traumático, que vai impedir um presidente da República eleito pelo povo. Então, é preciso ter todo o cuidado. Na última vez que o Senado votou o impeachment [do ex-presidente Fernando Collor], ele condenu o presidente por crime de responsabilidade e o Supremo Tribunal Federal, na sequência, o absolveu. Nós temos que ter muita responabildiade com a história", alertou.