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PITIMBU NOTÍCIA

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Socialista questiona ação do MP de cassação: “Não posso pagar pelo que eu não sabia


Socialista questiona ação do MP de cassação: “Não posso pagar pelo que eu não sabia”
Parlamentar socialista questiona ação do MP que pede sua cassação: “Não posso pagar pelo que eu não sabia” 

O Ministério Público Eleitoral propôs uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral  contra a candidata do PSB a prefeitura de João Pessoa Estela Bezerra com a intenção de obter a revogação do registro de sua candidatura por campanha irregular. A acusação também é direcionada à vereadora Sandra Marrocos (PSB), que disputa a reeleição.

A irregularidade se deu através de um pedido de voto feito pelo Sindicato do Comércio Farmacêutico (SindifarmaJp) para as duas candidatas. O informativo, com data de 17 de agosto de 2012, dizia: “Em reunião da diretoria do Sindifarma JP decidimos que o momento é de unirmos forças e apoiar a candidata Estelizabel Bezerra e a candidata Sandra Marrocos". 

Questionada a respeito do suposto crime eleitoral a vereadora e candidata a reeleição Sandra Marrocos disse estar tranquila. "Já entrei com a defesa e estou tranquila pois como eu posso ser condenada por uma coisa que eu não sabia?" questionou.

Apesar de correr o risco de ter sua candidatura cassada, Sandra aproveitou para parabenizar o trabalho desenvolvido pelo Ministério Público da Paraíba. "Quero parabenizar a ação do Minitério Público, que bom que está atento. Espero que esteja atento assim em todo o pleito eleitoral" pontuou a vereadora.

Sandra disse que não acredita ter sido má fé do sindicato ter feito o informativo. "Eu tenho certeza que eles não sabiam da ilegalidade e reafirmo que não posso ser condenada por algo que eu não sabia que iria acontecer, por isso não acredito que tenha acontecido crime eleitoral" concluiu.

Thatiane Sonally

PB Agora

Pesquisa Premium: Radialista de Alhandra Valdemir Zilam é o preferido da população alhandrense


Valdemir recebe certificado das mãos de Anibal Neves
O Instituto Premium de pesquisas e Publicidades esteve em Alhandra para saber a opinião da população em relação a comunicação local. A empresa realizou uma pesquisa de opinião pública, para avaliar os comunicadores mais influentes para a população. Destacando os quesitos: aprovação, qualidade e popularidade. A pesquisa foi espontânea onde as pessoas citaram os nomes mais lembrados e que consideram o melhor na área de comunicação da cidade. Em primeiro lugar, com 32% ficou o radialista e produtor da Rádio Alhandra FM - Valdemir Zilam, que recebeu ontem (24) das mãos do diretor comercial da Premium, Anibal Neves o certificado da aprovação popular.

Nós que acompanhamos o trabalho de Valdemir, nos acostamos ao povo de Alhandra e parabenizamos esse profissional esforçado, guerreiro e amigo de todos! Parabéns, Valdemir!!!! Você merece!

Premium Pesquisa e Publicidade, Rua Desembargador João Paes, nº 110 Garanhuns-PE, Fones:87-3761.23.09/ 3762.16.15/ 81-9643.20.99/ 83-8621.94.42. 

Luiz Cláudio

Grupo CAOA desiste de implantar montadora de veiculos na PB e vai instalar fábrica em PE


Grupo CAOA desiste de implantar montadora de veiculos na PB e vai instalar fábrica em PE
O Blog de Carlos Magno obteve na manhã desta terça-feira (25), a informação de que o Grupo CAOA não irá mais instalar a sua montadorade automóveis em solo paraibano. A notícia foi repassada por uma fonte que goza da amizade pessoal com o empresário Carlos Alberto Oliveira Andrade, um dos sócios do grupo.


Segundo informou a fonte, o empresário disse ter ficado de mãos atadas em relação à instalação da montadora em solo paraibano, quando questionado pelo sócio sobre o tratamento que o grupo vem recebendo na Paraíba. “Como é que o grupo CAOA pode implantar uma montadora em solo paraibano se nem aqui nós podemos vender nossos carros”, disse Carlos Alberto.


O empresário se referiu a decisões judiciais que provocaram o fechamento de duas lojas do grupo na grande João Pessoa, sendo uma na Avenida Epitácio Pessoa, na capital e outra na cidade de Cabedelo. “Por mais que eu advogasse que o investimento deveria ser feito no meu estado, meu sócio foi contra e eu não posso discordar dele”, disse o empresário Carlos Alberto.


A fonte informou que Carlos Alberto estava muito chateado com o ocorrido e que a decisão de não mais instalar a fábrica em solo paraibano, optando por levar o investimento para o vizinho estado de Pernambuco, é definitiva.


Para os que acham que a vinda de uma montadora de automóveis para a Paraíba não representaria muito, ele citou o exemplo da cidade de Anápolis-GO. “Antes de instalarmos uma montadora do grupo, Anápolis tinha cerca de 300 mil habitantes. hoje tem mais de 500 mil e a fábrica é a principal fonte de renda da cidade e da região”, afirmou ele.


Carlos Alberto disse que já mandou comunicar a decisão ao governador Ricardo Coutinho.




Redaçao com Blog Carlos Magno

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

MPE pede cassação do registro de Estelizabel Bezerra e Sandra Marrocos


SindfarmaJp teria pedido voto para Estela e Sandra em informativo do mês de agosto

O Ministério Público Eleitoral da Paraíba (MPE-PB) deu entrada em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), número 2193/2012, contra a candidata a prefeita de João Pessoa, Estelizabel Bezerra. A intenção é obter a cassação do registro de candidatura por suposta campanha irregular utilizando entidades sindicais. A acusação também é direcionada à vereadora Sandra Marrocos, que disputa a reeleição para a Câmara Municipal da Capital.
A irregularidade detectada pelo Ministério Público se refere a um pedido de voto feito pelo Sindicato do Comércio Farmacêutico para as duas candidatas, o que é proibido pela Justiça Eleitoral. O informativo, datado em 17 de agosto de 2012, dizia: “Em reunião da diretoria do Sindifarma JP decidimos que o momento de unirmos forças e apoiar a candidata Estelizabel Bezerra e a candidata Sandra Marrocos".
O Sindifarma não pode apoiar, fazer doações ou mesmo indicar um candidato preferido aos seus membros. Isso acontece porque as entidades sindicais recebem contribuição compulsória, o que qualifica essa manifestação como um completo desrespeito a legislação.
O ato fez com que o Ministério Público solicitasse a pena de cassação do registro ou diploma das candidatas beneficiados, assim como a inelegibilidade de ambas pelo período de oito anos.
O juiz da 77ª Zona Eleitoral da Capital, Eslu Eloy Filho, já determinou a expedição de ofício que pede a apresentação de todos os diretores e membros do sindicato.
Da Redação (com Assessoria)
WSCOM Online

Energisa realiza operação contra furto de energia em bairro nobre de João Pessoa


Nos últimos doze meses, a Energisa deixou de arrecadar R$ 62 milhões e o Estado deixou de recolher R$ 13,5 milhões aos cofres públicos.   Por Redação, com Assessoria de Comunicação
internet
Gatos de energia
O Departamento de Medição e Combate a Perdas (DMCP) da Energisa, realiza desta segunda-feira (24) até a próxima sexta-feira (28) uma ação de combate às ligações clandestinas de energia no bairro do Cabo Branco, em João Pessoa. A operação, que tem a participação de 26 equipes do DMCP, acompanhadas da polícia e da perícia, vai verificar suspeita de fraude em quinhentas unidades consumidoras.

Nos últimos doze meses, a Energisa deixou de arrecadar R$ 62 milhões e o Estado deixou de recolher R$ 13,5 milhões aos cofres públicos referentes ao desvio de 155 GWh de energia elétrica através de ligações irregulares e clandestinas.

A ação no bairro do Cabo Branco é semelhante a outras realizadas nos bairros de Manaíra e Tambaú e foi definida de acordo com o nível de perdas e dados estatísticos apurados pela Energisa naquela região. “Este trabalho é a continuação da “limpeza” na orla de João Pessoa”, afirma Felipe Vianelli, do Departamento de Medição e Combate a Perdas da Energisa PB e Energisa BO.

O furto de energia elétrica representa risco de morte, tanto aos que interferem no sistema elétrico à revelia da distribuidora de energia, quanto aos usuários (consumidores) das unidades nas quais se identifica o furto. Além da cobrança dos valores desviados, os responsáveis pelo desvio de energia respondem a processo por crime contra o patrimônio e podem pegar até oito anos de prisão.

Entre os prejuízos gerados pelas ligações irregulares de energia, está a queda na qualidade do fornecimento de energia elétrica, uma vez que as ligações clandestinas sobrecarregam o sistema elétrico. A infração grave também provoca a concorrência desleal entre unidades que desenvolvem o mesmo tipo de atividade comercial/industrial impactando na tarifa de energia elétrica.

Homem suspeito de envolvimento em 36 homicídios é preso na PB


Polícia Civil montou operação, interceptou ônibus e prendeu suspeito.
Suspeito seria responsável pelo tráfico de drogas em cidades da Paraíba.

Do G1 PB
Um homem suspeito de participação em 36 homicídios foi preso na noite do domingo (23) na cidade de Mari, na Zona da Mata paraibana. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado, uma operação foi montada para prender o homem, que é apontado como comandante do tráfico de drogas na região.
O suspeito estava sendo investigado há três meses pela Polícia Civil, que montou uma operação e conseguiu detê-lo por volta das 19h na rodovia estadual PB-055, que liga as cidades de Sapé e Mari. Ele estava viajando em um ônibus e voltava de uma excursão do Litoral Norte da Paraíba. Seis policiais fingiram fazer uma blitz, interceptaram o carro e prenderam o suposto traficante.
José Hildebrando Targino da Silva, de 35 anos, mais conhecido como Bizoga, é apontado como mandante de vários crimes na região da Zona da Mata. Pelo menos 36 homicídios foram atribuídos ao suspeito e, segundo a Polícia Civil, os crimes encomendados eram motivados por dívidas quanto ao pagamento das drogas e para evitar concorrência na comercialização. O comando do suspeito era exercido por telefone, de acordo com as investigações.
Um dos crimes de maior repercussão, que teria sido encomendado por ele, foi um ocorrido no dia 29 de julho deste ano, em que dois irmãos foram mortos esquartejados. A polícia informou que chegou até ele depois de prender um de seus compassas no dia sete de setembro. Ele seria um dos pistoleiros oficiais do Bizoga e teria matado 13 pessoas a mando do chefe, segundo a polícia.
Com José Hildebrando foram encontrados um revólver calibre 38, seis munições, além de documentos falsos e uma quantidade de maconha. Ele está na Delegacia Regional de Itabaiana e será transferido para o Presídio Regional de Sapé. Segundo o delegado Reinaldo Nóbrega, ele será indiciado por homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de armas e falsificação de documentos. "É a primeira vez que ele foi preso. Como não tinha residência fixa, a polícia sempre teve muito trabalho em encontrá-lo", disse o delegado.

Efraim Filho punição a Cartaxo, Nonato e a PMJP por crime eleitoral


Efraim Filho punição a Cartaxo, Nonato e a PMJP por crime eleitoral
Moído: referência em regulamentação de agentes de saúde, Efraim Filho cobra explicação e punição a Cartaxo, Nonato e a PMJP por crime eleitoral

O candidato a vice prefeito na chapa do PSB, Efraim Filho (DEM) cobrou essa semana esclarecimentos públicos por parte do candidato do PT, Luciano Cartaxo e do candidato a vice, Nonato Bandeira (PPS) para explicar o vídeo que foi veiculado na internet em que supostamente a PMJP usa a máquina para angariar votos para a coligação petista.

Para o parlamentar, que é uma das referências no projeto de lei que regulamenta a situação dos agentes de saúde no país, o vídeo mostra claramente a prática de crime eleitoral e todos os envolvidos devem ser punidos conforme rege à lei. 

“De regulamentação de agentes de saúde eu entendo, pois sou referência na votação do projeto de lei que definiu o piso salarial dessa categoria por isso é bom que os candidatos se expliquem”, cobrou.

No vídeo, o prefeito Luciano Agra (sem partido), acompanhado do candidato petista Luciano Cartaxo; a secretária Roseana Meira (Saúde) e o procurador Wandalberto Martins são acusados de protagonizar cenas de ilicitude eleitoral, compra de votos e de inequívoco uso da máquina pública.

É que os quatro foram flagrados em um vídeo pedindo votos e apresentando supostas falsas promessas aos agentes de saúde de João Pessoa, fato que provocou representações judiciais eleitorais de três coligações adversárias.

PSDB, PSB e PMDB ingressaram com AIJEs na Justiça Eleitoral cobrando a cassação e a inelegibilidade de todos os envolvidos

Depois esclarecimento sobre o que considera corrupção eleitoral, Efraim Filho ainda disparou: “O que vocês fizeram foi captação ilícita de voto e promessa falsa. O vídeo é francamente uma ilicitude.”.



PB Agora

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

BLITZ: Comando Fiscal de Alhandra apreende mais três cargas no valor de R$ 352 mil

O Comando Fiscal de Alhandra da Receita Estadual apreendeu, na manhã desta quarta-feira (19), três cargas com azeite de oliva, óleo e matéria-prima para indústria de plástico, avaliadas no valor de R$ 352,6 mil, durante blitz realizada no posto da Policia Rodoviária Federal (PRF) na BR-101, no distrito de Mata Redonda. Os motoristas dos caminhões não haviam realizado a parada obrigatória no Posto Fiscal de Cruz de Almas para realizar os registros das cargas do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe).

As três cargas, que foram para o Centro Operacional da Receita Estadual (COP), no Distrito Industrial, em João Pessoa, receberam seis autos de infração, sendo três de obrigação acessória por não ter parado no Posto Fiscal de Cruz de Almas, que somaram R$ 30,474 mil; e outros três autos de infração principal, que incluem multas, e o pagamento antecipado da alíquota cheia de 17% do ICMS, que atingiram o valor de R$ 104,616 mil. Para as cargas serem liberadas, os motoristas terão de pagar quase R$ 135 mil.

Em menos de uma semana, doze cargas foram apreendidas pelo Comando Fiscal de Alhandra. “Ontem (terça-feira), fizemos outra nova apreensão no município de Pitimbu de uma carga de GLP avaliada em R$ 62,3 mil. O destino do gás butano era Sapé, mas o gás estava sendo descarregado em Pitimbu”, relata o coletor de Alhandra, José Ronaldo Rocha de Carvalho, que coordenou a operação.

Segundo o coletor, as blitzen no Posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no distrito de Mata Redonda, serão intensificadas neste segundo semestre. “Como há um crescimento de demanda neste período, cresce o tráfego de veículos de cargas na BR-101, a mais movimentada do Estado”, informou.

Na última segunda-feira, o Comando Fiscal de Alhandra também lavrou autos de infração no Posto da PRF de Mata Redonda de oito cargas, que também não fizeram a parada obrigatória no Posto de Cruz das Almas para registrar a Danfe. Uma parte do conteúdo das cargas era de bebidas e outra de material de construção (cerâmica, madeira e laje).


Secom-PB

Polícia quer presos na 'Operação Esqueleto' em presídios federais


Cristiano Jacques, delegado do GOE, afimou que será feito pedido de envio.
Ação conjunta prendeu 42 suspeitos na Grande João Pessoa.

Do G1 PB

A Polícia Civil vai pedir a transferência para presídios federais de parte dos presos na Operação Esqueleto, realizada nesta quarta-feira (19) na Grande João Pessoa. A ação conjunta deteve 42 pessoas e desarticulou toda uma organização criminosa. Segundo o delegado coordenador da operação, Cristiano Jacques, a organização seria responsável por comandar o tráfico de drogas no estado, queimar ônibusrealizar rebeliões em presídios, além de ser mandante dos principais homicídios violentos registrados na Grande João Pessoa.
De acordo com a polícia, o grupo era responsável por 60% dos homicídios praticados em 2012 na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba. 50 mandados de prisão foram expedidos.
Dos 42 mandados de prisão cumpridos, 25 foram expedidos para suspeitos em liberdade e 17 são contra acusados que já estavam presos e atuavam de dentro dos presídios. Os suspeitos detidos durante a operação serão levados provisoriamente para presídios da capital paraibana. No balanço apresentado na coletiva, a polícia informou que foram apreendidos um revólver, munição, aproximadamente 1 kg de crack, e uma grande quantia em dinheiro, incluindo doláres e sucres, moeda usada nos países da ALBA (Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América).
Delegado Cristiano Jacques (Foto: André Resende)Delegado Cristiano Jacques disse que a polícia não
teme represálias (Foto: André Resende)
O delegado Cristiano Jaques afirmou que essas prisões pode ser considerada a maior operação conjunta feita no estado. “Esta organização criminosa existia na Paraíba até hoje (19). A partir de agora posso afirmar que este grupo criminoso organizado não existe mais. É o fim do grupo organizado no estado”, sentenciou Jacques. Ainda conforme o delegado, a maioria dos crimes violentos cometidos na Região Metropolitina de João Pessoa serão reduzidos drasticamente.
Entre os presos na ação conjunta das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal está um
sargento da Polícia Militar, que também era candidato a vereador em Bayeux pelo partido PSL. Segundo o delegado Cristiano Jacques, Arnóbio Gomes Fernandes prestava serviços de segurança particular para sub-chefes da quadrilha de tráfico de drogas. De acordo com o Secretário de Segurança Pública da Paraíba, Cláudio Lima, um Inquérito Policial Militar (IPM) será aberto para investigar a participação do sargento na organização.
Segundo investigações, a violência para executar as vítimas era uma característica marcante do grupo criminoso. A polícia afirma que traficantes rivais que "invadiam" a área da organização eram assassinados com requintes de crueldade.
 Algumas dessas execuções, principalmente por esquartejamento, eram acompanhadas em tempo real, através de celulares, por criminosos do bando. Mais de 340 policiais participaram da operação.
Segundo a Polícia Civil, foi constatada no curso das investigações a existência de uma organização criminosa administrada de dentro dos presídios de João Pessoa, como se fosse uma verdadeira empresa. Os lideres que cumpriam pena detidos deixavam uma cartilha para que os integrantes livres cumprissem compromissos.
Ainda conforme a polícia o grupo tinha hierarquia e tarefas bem definidas, com gerentes, distribuidores, soldados do tráfico e vendedores diretos aos dependentes químicos. A organização criminosa atuava nos bairros periféricos da capital, bem como nos municípios deSanta Rita e Bayeux, na Grande João Pessoa.
Relação com outras organizações criminosas
Polícia concedeu coletiva para falar da Operação Esqueleto (Foto: André Resende)Polícia concedeu coletiva para falar da Operação Esqueleto
(Foto: André Resende)
Para Cristiano Jaques, grande parte das drogas comercializadas pela organização criminosa paraibana desarticulada nesta quarta-feira (19) era fruto de parcerias com organizações criminosas de outros estados, como São Paulo. “Há indícios de que uma outra grande organização criminosa de São Paulo tinha vínculos com a organização desarticulada hoje na Paraíba. A investigação aponta que parte da droga comercializada aqui era enviada por São Paulo”, comentou.
O secretário de Segurança Pública da Paraíba, Cláudio Lima, afirmou que o combate ao tráfico de drogas e a violência consequente não passa apenas por ações do próprio estado, uma vez que as drogas não são produzidas na Paraíba. “Não temos produção de drogas. A maconha, o crack, a cocaína, o ecstasy são trazidos até as nossas cidades. A droga consumida no estado vem de fora. O combate ao tráfico tem que ser tratado como um trabalho conjunto em todo país”, explicou.
Lavagem de dinheiro
Presos na Operação 'Esqueleto' são encaminhados para Central de Polícia em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)Presos na Operação 'Esqueleto' são encaminhados
para Central de Polícia em João Pessoa
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Após o cumprimento do mandado de prisão e busca e apreensão, a polícia passará a investigar um esquema de lavagem de dinheiro utilizado pela organização criminosa. Segundo Cristiano Jacques, a quadrilha investia parte do dinheiro coletado com o tráfico de drogas na construção civil.
“Encontramos um grande prédio sendo construído na comunidade do Timbó, nos Bancários (em João Pessoa), que seria financiado com dinheiro de traficantes. Iremos investigar se outras casas construídas na comunidade possuem ligação com o grupo”, completou.
De acordo com o Jacques, a operação não acabou e o trabalho da polícia será contínuo. Para o delegado do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (GOE), a polícia não teme represálias. “Iremos continuar reprimindo o crime que quer se organizar. Não tememos represálias, a polícia não vai, de forma alguma, temer bandidos”, declarou
.

Polícia quer presos na 'Operação Esqueleto' em presídios federais


Cristiano Jacques, delegado do GOE, afimou que será feito pedido de envio.
Ação conjunta prendeu 42 suspeitos na Grande João Pessoa.

Do G1 PB

A Polícia Civil vai pedir a transferência para presídios federais de parte dos presos na Operação Esqueleto, realizada nesta quarta-feira (19) na Grande João Pessoa. A ação conjunta deteve 42 pessoas e desarticulou toda uma organização criminosa. Segundo o delegado coordenador da operação, Cristiano Jacques, a organização seria responsável por comandar o tráfico de drogas no estado, queimar ônibusrealizar rebeliões em presídios, além de ser mandante dos principais homicídios violentos registrados na Grande João Pessoa.
De acordo com a polícia, o grupo era responsável por 60% dos homicídios praticados em 2012 na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba. 50 mandados de prisão foram expedidos.
Dos 42 mandados de prisão cumpridos, 25 foram expedidos para suspeitos em liberdade e 17 são contra acusados que já estavam presos e atuavam de dentro dos presídios. Os suspeitos detidos durante a operação serão levados provisoriamente para presídios da capital paraibana. No balanço apresentado na coletiva, a polícia informou que foram apreendidos um revólver, munição, aproximadamente 1 kg de crack, e uma grande quantia em dinheiro, incluindo doláres e sucres, moeda usada nos países da ALBA (Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América).
Delegado Cristiano Jacques (Foto: André Resende)Delegado Cristiano Jacques disse que a polícia não
teme represálias (Foto: André Resende)
O delegado Cristiano Jaques afirmou que essas prisões pode ser considerada a maior operação conjunta feita no estado. “Esta organização criminosa existia na Paraíba até hoje (19). A partir de agora posso afirmar que este grupo criminoso organizado não existe mais. É o fim do grupo organizado no estado”, sentenciou Jacques. Ainda conforme o delegado, a maioria dos crimes violentos cometidos na Região Metropolitina de João Pessoa serão reduzidos drasticamente.
Entre os presos na ação conjunta das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal está um
sargento da Polícia Militar, que também era candidato a vereador em Bayeux pelo partido PSL. Segundo o delegado Cristiano Jacques, Arnóbio Gomes Fernandes prestava serviços de segurança particular para sub-chefes da quadrilha de tráfico de drogas. De acordo com o Secretário de Segurança Pública da Paraíba, Cláudio Lima, um Inquérito Policial Militar (IPM) será aberto para investigar a participação do sargento na organização.
Segundo investigações, a violência para executar as vítimas era uma característica marcante do grupo criminoso. A polícia afirma que traficantes rivais que "invadiam" a área da organização eram assassinados com requintes de crueldade.
 Algumas dessas execuções, principalmente por esquartejamento, eram acompanhadas em tempo real, através de celulares, por criminosos do bando. Mais de 340 policiais participaram da operação.
Segundo a Polícia Civil, foi constatada no curso das investigações a existência de uma organização criminosa administrada de dentro dos presídios de João Pessoa, como se fosse uma verdadeira empresa. Os lideres que cumpriam pena detidos deixavam uma cartilha para que os integrantes livres cumprissem compromissos.
Ainda conforme a polícia o grupo tinha hierarquia e tarefas bem definidas, com gerentes, distribuidores, soldados do tráfico e vendedores diretos aos dependentes químicos. A organização criminosa atuava nos bairros periféricos da capital, bem como nos municípios deSanta Rita e Bayeux, na Grande João Pessoa.
Relação com outras organizações criminosas
Polícia concedeu coletiva para falar da Operação Esqueleto (Foto: André Resende)Polícia concedeu coletiva para falar da Operação Esqueleto
(Foto: André Resende)
Para Cristiano Jaques, grande parte das drogas comercializadas pela organização criminosa paraibana desarticulada nesta quarta-feira (19) era fruto de parcerias com organizações criminosas de outros estados, como São Paulo. “Há indícios de que uma outra grande organização criminosa de São Paulo tinha vínculos com a organização desarticulada hoje na Paraíba. A investigação aponta que parte da droga comercializada aqui era enviada por São Paulo”, comentou.
O secretário de Segurança Pública da Paraíba, Cláudio Lima, afirmou que o combate ao tráfico de drogas e a violência consequente não passa apenas por ações do próprio estado, uma vez que as drogas não são produzidas na Paraíba. “Não temos produção de drogas. A maconha, o crack, a cocaína, o ecstasy são trazidos até as nossas cidades. A droga consumida no estado vem de fora. O combate ao tráfico tem que ser tratado como um trabalho conjunto em todo país”, explicou.
Lavagem de dinheiro
Presos na Operação 'Esqueleto' são encaminhados para Central de Polícia em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)Presos na Operação 'Esqueleto' são encaminhados
para Central de Polícia em João Pessoa
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Após o cumprimento do mandado de prisão e busca e apreensão, a polícia passará a investigar um esquema de lavagem de dinheiro utilizado pela organização criminosa. Segundo Cristiano Jacques, a quadrilha investia parte do dinheiro coletado com o tráfico de drogas na construção civil.
“Encontramos um grande prédio sendo construído na comunidade do Timbó, nos Bancários (em João Pessoa), que seria financiado com dinheiro de traficantes. Iremos investigar se outras casas construídas na comunidade possuem ligação com o grupo”, completou.
De acordo com o Jacques, a operação não acabou e o trabalho da polícia será contínuo. Para o delegado do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (GOE), a polícia não teme represálias. “Iremos continuar reprimindo o crime que quer se organizar. Não tememos represálias, a polícia não vai, de forma alguma, temer bandidos”, declarou
.

DESABAFO: Cícero rebate com indignação calúnias de adversário e desafia; “Se alguém provar que eu usei algemas eu retiro minha candidatura!”


DESABAFO: Cícero responde com indignação calúnias de adversário elança  desafio; “Se alguém provar que eu usei algemas eu retiro minha candidatura!”
    

Mostrando bastante revolta e inconformismo com as calunias lançadaspelos adversários na campanha eleitoral em João Pessoa, o senador-candidato Cícero Lucena (PSDB) lançou um desafio aos seus opositores que: retira a sua candidatura, caso alguém prove com imagens verídicas que em algum instante fez uso de algemas durante a Operação Confraria.    

O desafio foi feito durante questionamento feito por uma telespectadora durante entrevista a umaTV local. Ela fez uma afirmação em tom provocativo dizendo que o viu na TV sendo algemado,agressão que foi prontamente rebatida pelo senador tucano.    

“Filha, eu assumo o seguinte compromisso: se você me mostrar eu sendo algemado eu retiro minha candidatura! Eu retiro a minha candidatura se você mostrar uma imagem verdadeira que eu fui algemado!”, alertou, acrescentando que seus adversários usam de atitudes baixas na disputa eleitoral: “Eles repetem a mentira como eu estou dizendo! Repasse a quem lhe passou essa informação para que não repita esta mentira! Tenha dignidade, pense no ser humano e respeite os direitos humanos!”, rebateu.    

Segundo Cícero as acusações contra ele são levianas e revelou torcer para que as mentiras cheguem ao fim.    

“Isso não interessa a João Pessoa ,o que interessa é procurar soluções para os seus problemas e se não tem capacidade de disputar comigo em idéias, em experiência, em comportamento, em vida, em fé!Não fiquem repetindo isso, nem botando as pessoas para falar isso! Isso é desumano e injusto, botar as pessoas para falar isso, querendo denegrir a minha imagem, vamos debater nas idéias!”, desabafou.    

Cícero Lucena falou de suas propostas para a mobilidade urbana, infra-estrutura,saúde  mercados públicos, meio-ambiente e apresentou soluções para os problemas de João Pessoa.    

“Vamos cuidar da cidade e iremos melhorar também o transporte publico, pois hoje é mais fácil se pegar um ônibus para Cajazeiras do que pegar um transporte para o Valentina!”, encerrou.      

Henrique Lima 

PB Agora

terça-feira, 18 de setembro de 2012

PC divulga foto de acusado de participar de chacina em João Pessoa


Policiais continuam fazendo rondas no bairro e região na tentativa de capturar o segundo envolvido nos assassinatos.
Polícia | Em 18/09/12 às 14h54, atualizado em 18/09/12 às 15h04 | Por Hyldo Pereira, com Secom PB
Foto: Divulgação Polícia Civil
Marquinhos de Julião
A Polícia Civil divulgou a foto do segundo homem envolvido na chacina ocorrida no dia 8 de setembro, em um bar no bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa. Na ocasião, quatro pessoas foram assassinadas. O outro envolvido nos homicídios identificado como Marcondes Cavalcanti Martins, 41 anos, conhecido como ‘Marcondes Maqueiro’, já foi preso.
De acordo com PC, o irmão dele Marcondes, Marcos Antônio Cavalcante Martins, o ‘Marquinhos de Julião’, também pesa um mandado de prisão temporária, pelos mesmos crimes.
 “Ambos respondem processo por homicídio. Marcos é foragido da Penitenciária Média de Mangabeira, tem envolvimento com tráfico de drogas e é uma pessoa temida no bairro de Cruz das Armas”, acrescentou o delegado Everaldo Medeiros, titular da DCCPes.
Policiais continuam fazendo rondas no bairro e região na tentativa de capturar o segundo envolvido nos assassinatos.
As delegadas titulares do inquérito, Júlia Waleska Félix e Ana Carolina Adissi, explicaram que ao todo 17 pessoas, entre testemunhas oculares, presenciais e parentes, foram ouvidas e quase todas apontaram os irmãos como autores dos quatro homicídios. “Assim, em menos de dez dias, a Polícia Civil conseguiu identificar e prender um dos acusados e ter em mãos um mandado de prisão temporária contra o outro”, ressaltou Júlia Félix.
A delegada Ana Carolina Adissi, por sua vez, explicou que, conforme os depoimentos, a motivação dos crimes seria vingança em relação a outro homicídio ocorrido no dia 21 de janeiro de 2012, cuja vítima foi Ricardo Fernando dos Santos, parceiro de Marcondes e Marquinhos no tráfico e em outros crimes.

Colégio de João Pessoa é notificado por convidar candidato para palestra


Cícero Lucena (PSDB) foi impedido de prosseguir com a palestra.
Segundo cartório, escola não convidou os outros seis candidatos.

Krystine CarneiroDo G1 PB
O Colégio Motiva, em João Pessoa, foi notificado na manhã desta terça-feira (18) por convidar apenas um candidato à Prefeitura a dar uma palestra para os alunos do 3º ano do Ensino Médio. O candidato Cícero Lucena (PSDB) havia sido convidado para expôr suas propostas para juventude, mas a escola não comunicou à Justiça Eleitoral.
“Houve erro do colégio em ter convidado apenas um candidato e, por isso, o evento teve que ser suspenso”, explicou o chefe do cartório da 76ª Zona Eleitoral, Sérgio Grisi. O Conselho Eleitoral chegou ao local após receber denúncias. O candidato, uma vez que foi apenas convidado, não foi punido. “O colégio será notificado para que não ocorra mais esse tipo de conduta”, complementou.

Através da sua assessoria de imprensa, o Colégio Motiva informou que foi procurado previamente pelas assessorias dos principais candidatos a prefeito da cidade de João Pessoa, não apenas a de Cícero Lucena, com o intuito de agendar palestras com os estudantes. A escola explicou que agendou palestras com os candidatos mais bem pontuados nas pesquisas com a intenção de oportunizar o exercício da democracia e cidadania.

Na nota enviada à imprensa, a diretoria do colégio ainda lamenta o infortúnio e reafirma o compromisso com a educação dos jovens paraibanos. A assessoria ainda informou que a escola não foi notificada pela Justiça Eleitoral.

No momento em que o conselho chegou à escola, por volta das 10h desta terça, o candidato já havia começado a expôr suas propostas. A assessoria de Cícero Lucena garantiu que ele não se sentiu prejudicado com a suspensão da palestra, mas pediu que, assim como a Justiça Eleitoral acompanha as atividades da coligação dele, que acompanhe também todos os outros candidatos
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