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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Ambulatório na PB para travestis e transexuais realiza 350 atendimentos

Unidade é a única do estado e foi criada há seis meses.
Ambulatório funciona no Clementino Fraga, em João Pessoa.

Do G1 PB

Ambulatório na PB para travestis e transexuais realiza 350 atendimentos (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)Ambulatório fica no hospital Clementino Fraga e
atende exclusivamente travestis e transexuais
(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Mais de 350 travestis e transexuais já foram atendidos até esta quarta-feira (8) no ambulatório exclusivo que funciona no Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa. Inaugurado em julho do ano passado, o espaço destinado a este atendimento prioritário é o único do estado. São 11 profissionais que atendem os pacientes que são encaminhados pela Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana.
A equipe conta com um ginecologista, dois endocrinologistas, dois psiquiatras, uma fonoaudióloga, duas nutricionistas, um assistente social e duas psicólogas, além de oferecer atendimento de retaguarda para outras especialidades atendidas pelo sistema de saúde da Paraíba.
O ambulatório funciona de segunda a sexta-feira, nos dois turnos. De manhã, das 7h às 11h, e à tarde, das 13h às 17h. Todo atendimento tem horário marcado previamente. Além dos 223 municípios paraibanos, também são atendidos pacientes de Pernambuco e Rio Grande do Norte.
Segundo a diretora da unidade hospitalar, Adriana Teixeira, o ambulatório é referência nacional. "Por ser o mais completo em termos de serviços e de equipamentos e tem servido como vitrine para outros estados. Os pacientes são atendidos na hora agendada, fazem todos os exames necessários e, principalmente, recebem um tratamento humanizado, já que muitas vezes enfrentam preconceito nos atendimentos tradicionais", destacou.
No ambulatório, vários serviços podem ser realizados, como as especialidades de endocrinologia, ginecologia e até cirurgias plásticas. A diretora geral da unidade hospitalar, Adriana Teixeira, disse na inauguração do ambulatório que o espaço "funciona como atendimento multiprofissional, para tratamentos de hormonioterapia e para aqueles que desejem futuramente fazer a cirurgia transexualizadora. Os pacientes passam por uma triagem no Espaço LGBT, um seguimento da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana, que tem parceria com o hospital”.

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