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sábado, 1 de fevereiro de 2014

População reclama de acúmulo de lixo nas ruas de Jacumã, na Paraíba

Moradores denunciam que coleta tem sido precária no distrito do Conde.
Empresa garante que três caminhões recolhem o lixo diariamente no local.

Do G1 PB com TV Cabo Branco

Moradores da praia de Jacumã, distrito da cidade do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, afirmam que a coleta de lixo no local está sendo feita de maneira precária. Eles explicam que os sacos de lixo estão se acumulando nas ruas, atraindo insetos e ratos para as residências. O distrito de Jacumã é tido como um dos destinos mais procurados por turistas que visitam o litoral paraibano.
Segundo os moradores de Jacumã, a coleta de lixo só é feita regularmente na rua principal do distrito e nas ruas próximas à praia. O gerente operacional da empresa responsável pela coleta de resíduos do Conde, Aílton Nunes, garantiu que existem três caminhões que fazem o recolhimento do lixo diariamente em todas as áreas do distrito de Jacumã.
A dona de casa Maria Lúcia, em entrevista a TV Cabo Branco, ressaltou os problemas causados pelo acúmulo do lixo próximo às casas. “É muriçoca, mosca, rato, barata. Tudo de ruim que o pobre tem que enfrentar”, desabafou. Para evitar o problema relatado por Maria Lúcia, alguns moradores ateiam fogo no lixo que se acumula, provocando a poluição do ambiente.
De acordo com a ambientalista Christiane Rothvoss, a fumaça provocada pela queima do lixo é altamente prejudicial à saúde. “O ar está sendo poluído pela queima de plástico. O plástico é tóxico quando está sendo queimado. Esse cheirinho é altamente venenoso. É um pavor para população, especialmente para as crianças, respirarem essa fumaça”, comentou.
Canos estourados e desperdício de água
Além do problema da coleta de resíduos, os moradores do distrito do Conde relatam que os canos que abastacem as casas em Jacumã são constantemente quebrados, devido a falta de calçamento. O contador Marcos Pereira garante que o problema é comum em qualquer época do ano.

"É um problema constante, tanto no inverno, quanto no verão. Como a geografia do local é acidentada, os canos ficam descobertos, não há um trabalho de manutenção, e os carros passam e quebram. Às vezes, a solução vem dos próprios moradores, que para não ficar desperdiçando tanta água fazem um arranjo para consertar", denuncia o contador e morador de Jacumã.

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