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quarta-feira, 12 de março de 2014

Dirigente do PSB/CG põe Cássio contra parede e diz que ele não tem justificativa para racha


Dirigente do PSB/CG põe Cássio contra parede e diz que ele não tem justificativa para racha
REAÇÃO: presidente do PSB diz que Cássio não tem justificativa suficiente para rompimento da aliança com RC

Principal pétala do jardim dos girassóis em Campina Grande, o presidente municipal do PSB Fábio Maia, afirmou que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), não tem nenhuma justificativa convincente para romper a aliança com o governador Ricardo Coutinho (PSB). Em entrevista a à Rádio Correio FM, Fábio Maia deixou claro que não foi o PSB que rompeu a aliança com o PSDB e que a legenda não pediu os cargos. Ele ressaltau que a ruptura da união entre os partidos foi uma decisão unilateral do ninho tucano.

- Não vimos motivo para que isso acontecesse. Não partiu da nossa parte e quem tem que responder pelos motivos do rompimento é o PSDB. Não há um motivo claro para isso que aconteceu – explanou. O socialista ponderou que o motivo apresentado pelo senador Cássio Cunha Lima de que o pré-candidato a presidente Aécio Neves precisa de um palanque na Paraíba, não é justificativa suficiente para explicar o rompimento da aliança.

Ele também falou sobre uma reunião com os vereadores Ivonete Ludgério e Murilo Gaudino, e suplentes do partido marcada para esta semana. Segundo Fábio Maia, o assunto da conversa com os militantes socialistas é para todos terem uma visão do quadro político atual do Estado, devido ao possível rompimento da aliança com o PSDB, e também ouvir os filiados sobre o assunto.

- Houve uma mudança no rumo das eleições, pois havia uma perspectiva de continuar a aliança feita em 2010 e pelo andar da carruagem essa aliança não irá continuar com todos os atores. Dentro desse quadro temos que ter uma diretriz, que será estabelecida pelo diretório estadual. Queremos ouvir os militantes do partido, e não passar determinações – comentou. Para Maia, é necessário que os filiados do PSB apoiem os candidatos do partido, tanto a nível estadual quanto nacional, seguindo as orientações da legenda.

Com relação à aliança em nível municipal com o governo de Romero Rodrigues (PSDB), Fábio afirmou que até o momento as decisões estaduais não influenciaram internamente na gestão. - Algumas pessoas entregaram os cargos ao PSB a nível estadual, mas em termos municipais a aliança está mantida até 2016 – reforçou.

Ele lembrou que em 2010 o partido estava com a presidente Dilma, enquanto o PSDB nacional tinha a candidatura de José Serra. Mas, mesmo assim, em Campina Grande, quem teve a maior votação foi Serra e depois Marina Silva.

PBAgora

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