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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Major Fábio faz duro discurso sobre PEC 300 e comenta direito de greve dos policiais militares


Major Fábio faz duro discurso sobre PEC 300 e comenta direito de greve dos policiais militares
O deputado federal paraibano Major Fábio (Pros) realizou um duro discurso sobre a necessidade de aprovação da PEC 300. Ele chamou atenção do compromisso de campanha da presidente da República que prometeu a criação do piso nacional para os policiais, bem como do presidente da Câmara Federal que se comprometeu em debater o tema. O Major Fábio também abordou a greve na Bahia e a prisão de um dos líderes do movimento. O pronunciamento ganhou força nasredes sociais.

-Eu não poderia me esquivar de fazer um comentário a respeito de um acontecimento na Bahia. Eu tenho alertado esta Casa: os policiais militares e os bombeiros militares do Brasil, eles não podem fazer greve, eles não podem ter sindicatos, eles não podem nem se filiar a partido político. Mas o que está acontecendo no Brasil? O policial militar não pode nem mais acreditar, porque a presidente Dilma prometeu, no seu programa de governo, o piso nacional dos policiais, iniciou o Major Fábio em tom de desabafo.

O parlamentar reafirmou que a Câmara Federal votou e aprovou em primeiro turno da PEC 300 em 2010. “Já vários policiais morreram nessa luta, vindo para Brasília e esperando a votação do segundo turno da PEC 300. Muitos policiais enfartaram, no descrédito desta Casa”, lamentou.

O parlamentar também abordou a situação da Bahia, onde nos últimos dias, policiais em protesto pelosbaixos salários paralisaram as atividades. “E agora nós temos na Papuda — não estou aqui para questionar a decisão da Justiça — um vereador de Salvador, da Bahia, ex-policial militar, presidente da ASPRA, Associação que faz parte do Conselho Nacional de Segurança Pública. Ele está preso!”, informou.

Segundo o Major Fábio era para esse vereador “estar na Câmara de Salvador defendendo o povo de Salvador e da Bahia, mas infelizmente, pela irresponsabilidade dos nossos governantes”.

-O policial militar não tem como reivindicar. Como é que o policial militar reivindica, se ele não pode fazer greve? Ele tem que acreditar. E eles acreditaram nesta Casa, eles acreditaram na presidenta da República! Mas, até agora, a presidenta não chamou ninguém para conversar, discursou.

O parlamentar também cobrou o compromisso do presidente da Câmara. “Ele nem olha mais para os meus olhos mais, nem olha mais para os meus olhos! Quando passou na Paraíba para pedir o voto para presidente desta Casa, ele disse: Major, nós vamos conversar sobre a PEC 300. Ele se esqueceu, acredite, até do meu nome! Ele não se lembra mais! Como é que os policiais vão cobrar a PEC 300? Fazendo greve? Não podem. Está lá o ex-soldado Prisco, no meio dos bandidos, preso na Papuda. Não era isso que nós queríamos”, concluiu o deputado federal.




Redação com Assessoria

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