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PITIMBU NOTÍCIA

terça-feira, 8 de abril de 2014

Prefeito de Alhandra sugere debate


objetivo da audiência é possibilitar que a população de Alhandra entenda um pouco mais sobre o orçamento municipal e possa acompanhar a destinação dos recursos públicos com mais propriedade Desde o início da gestão do prefeito Marcelo Rodrigues (PMDB), em janeiro de 2013, que a população de Alhandra se depara com afirmações divergentes da gestão municipal e dos vereadores de oposição sobre a formulação do orçamento e a destinação dos recursos públicos na cidade. Em 2013, a questão recaiu sobre uma dotação orçamentária irreal, para o ano em questão, que tinha sido elaborada pelo grupo político que perdeu as eleições. Agora, em 2014, a discussão remonta, entre outras questões, ao fato da Prefeitura ter recursos em caixa, cerca de R$ 10 milhões, para investir no município, mas por falta de dotação e de uma suplementação ficar impossibilitada de realizar obras e ações.

Para dirimir as dúvidas e melhor informar à população, o prefeito Marcelo Rodrigues, acatou a sugestão do ouvinte de um programa de rádio, que entrou no ar nesta terça-feira (08), sugerindo a realização de uma audiência pública onde os vereadores de oposição e os representantes da atual administração municipal pudessem debater abertamente e com a presença do público essa questão orçamentária. “A ideia do debate público é muito boa e desde já confirmo participação na audiência. É preciso que a população tome conhecimento do que está acontecendo em Alhandra. Todos na cidade me conhecem, sou filho da terra, o meu propósito é fazer com que minha cidade se desenvolva e, infelizmente, não tenho contado com o apoio dos vereadores de oposição neste sentido”, afirma Marcelo.

Em entrevista numa emissora de rádio da capital, na manhã desta terça-feira, um dos vereadores de oposição chegou a afirmar que o prefeito Marcelo queria um “cheque em branco” para administrar a cidade, mas, o prefeito respondeu a colocação, em tempo real, já que estava também no ar via telefone. “Não quero um cheque em branco, gostaria apenas de ter autonomia para administrar a cidade, uma vez que fui eleito gestor com essa finalidade. O que os vereadores de oposição querem é direcionar as ações de minha gestão, engessando o orçamento e ditando o que e onde eu devo investir. Eles tiraram toda a suplementação, tentam direcionar a destinação dos recursos e eu fiquei impossibilitando também de fazer remanejamento de recursos entre as secretarias, algo inédito na história recente de Alhandra”, argumentou o prefeito, lembrando que o mesmo vereador que fez essa afirmação, aprovou suplementação de 80% para o ex-gestor Renato Mendes.

“Gostaria de saber qual o interesse dos vereadores de oposição em zerar a suplementação”, indagou o prefeito ainda durante o programa radiofônico. Marcelo lembrou sua trajetória de vida, falou de sua integridade e reafirmou seu compromisso com a população de Alhandra. “Todos os vereadores me conhecem, sabem de minhas intenções, não entendo por que tanta confusão. Os vereadores devem sim fiscalizar as contas públicas, acompanhar a destinação dos recursos, propor ações através de projetos, cobrar ações do poder público, denunciar erros quando eles existirem, mas atrapalhar a administração não é uma prerrogativa de quem defende e representa o povo porque agindo assim, eles não estão apenas atingindo o prefeito Marcelo e sua administração, mas o povo, as pessoas que são as beneficiárias dos serviços e obras que devem ser disponibilizados e executados pela prefeitura e que com essa disputa política são os maiores prejudicados”, finalizou Marcelo, na esperança que os vereadores acatem a sugestão do ouvinte Chitara, de Mata Redonda, que sugeriu a realização da audiência pública para debater esse assunto.

Respondendo também sobre a retirada do projeto de suplementação de 40% enviado à Câmara e depois retirado de pauta, o prefeito explicou que a proposta foi retirada porque, simultaneamente, ao envio do pedido de suplementação, a Prefeitura fez uma consulta ao Tribunal de Contas do estado (TCE) para saber do respaldo legal que teria para utilização destes recursos em caixa. “Como o Tribunal respondeu favorável à consulta, agora podemos dar encaminhamento às ações que buscam dotar a cidade de equipamentos e serviços com um respaldo legal”, explicou o prefeito.

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