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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Na Paraíba, Eduardo Campos mira artilharia em Dilma e detona ‘terrorismo’ plantado sobre o fim do Bolsa Família


Na Paraíba, Eduardo Campos mira artilharia em Dilma e detona ‘terrorismo’ plantado sobre o fim do Bolsa Família
Pré candidato a Presidente da República, o ex-governador de Pernambuco tentou desmistificar em solo paraibano, “mentira” sobre o suposto fim do Bolsa Família. Em diversas entrevistas que concedeu nesta quarta-feira (21), o presidenciável, garantiu que se for eleito, manterá o programa do governo federal, e carro chefe da campanha da presidente Dilma Rousseff (PT).

Em tom de campanha, Eduardo Campos não poupou crítica a presidente Dilma, e disse que o Brasil piorou na reta final do governo da petista.

– A gente viu o Brasil melhorando e de repente começou a piorar. Cadê as obras estruturantes e ações? Vivemos uma seca grande e nós não vemos uma base que apoie isso. Buscamos o que o povo quer que seja feito no Brasil. As pessoas desejam mudança para melhor. A sociedade tem sido muito receptiva. Eu e a Marina Silva estamos construindo um programa de governo ‘aliança programático’ – frisou.

Eduardo ainda destacou a importância de manter os programas sociais oferecidos pelo governo federal, mas também enxerga a necessidade de criar novas políticas para melhoria de vida das famílias brasileiras.

– Quem conhece o trabalho feito sabe que oferecemos uma opção segura para unir o Brasil, porque essa briga entre PT e PSDB termina dividindo o país. Vamos manter as conquistas como o Bolsa Família, o Prouni, o Pronasci, mas também levar novas conquistas para as famílias brasileiras – finalizou. Indagado a respeito da quebra de aliança entre Ricardo Coutinho e o senador Cássio Cunha Lima e as declarações do governador do Estado, que disse que essa eventualidade fará bem para a população, Eduardo Campos afirmou que é necessário encarar o fato sem grandes preocupações.

– Eu apostava na construção do entendimento dentro dessa aliança, foi o que fizemos ainda quando ela foi construída para as eleições de 2010. Mas não foi possível e acho que, quando os fatos são revelados e as decisões foram tomadas, temos que encarar as circunstâncias com naturalidade e respeito – ressaltou.

O presidente do PSB também destacou que os debates entre os candidatos servirão como um meio de decisão para a população se posicionar diante das propostas que vão compor os planos de governo durante as eleições.

– Agora a população vai tomar uma decisão e vai se posicionar em relação a isso. Vamos ter um debate, e tenho certeza que esse debate será respeitoso, sobre o futuro da Paraíba, aonde as forças políticas vão se colocar e o povo vai julgar – finalizou.

Sem a presença do governador Ricardo Coutinho (PSB), o presidenciável Eduardo Campus (PSB), chegou a Campina Grande no começo da manhã. Ele desembarcou no aeroporto Presidente João Suassuna, onde foi recepcionado pelo deputado Adriano Galdino, pelo empresário Arthur Bolinha e pelo presidente municipal do PSB Fábio Maia. De lá ele seguiu para o Calçadão da Cardoso Vieira, no Centro da cidade, onde concedeu a primeira entrevista. No Calçadão, disse que estava animado e confiante no crescimento das pesquisas quando a campanha começar de verdade.

Disse ainda que a ambientalista Marina Silva, terá um papel fundamental e deve impulsionar de vez a sua candidatura. O ex-governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos cravou o período entre 19 de agosto e 19 de setembro como o mês em que a candidatura vai crescer nas pesquisas, porque seria o período em que os eleitores consolidam o voto. “Passo a passo, o desejo de mudança só vai ampliando”, avaliou.

Em sua passagem por Campina Grande, Eduardo Campos proferiu palestra na UFCG, concedeu entrevista a Rádio Campina FM e depois seguiu para João Pessoa.


Severino Lopes 

PBAgora

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