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domingo, 8 de junho de 2014

FESTA: Cristãos celebram Dia de Pentecostes e os 10 anos de Dom Aldo Pagotto na Arquidiocese da Paraíba


FESTA: Cristãos celebram Dia de Pentecostes e os 10 anos de Dom Aldo Pagotto na Arquidiocese da Paraíba
 Exatos 50 dias após a Páscoa, os cristãos celebram neste domingo a Festa de Pentecostes, que marcou a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos, e o nascimento da igreja. Em Campina Grande, o Pentecostes será celebrado de forma especial, nas três missas da Catedral de Nossa Senhora da Conceição presidida pelo bispo diocesano Dom Manoel Delson.

Em João Pessoa, a Festa de Pentecostes será realizada pela Arquidiocese da Paraíba, às 8h, no Forrock. A Missa será presidida pelo Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, e concelebrada pelo Clero Arquidiocesano. Devem participar fiéis de todas as Paróquias da Arquidiocese. Na Festa de Pentecostes vão ser comemorados os 10 anos de Dom Aldo Pagotto como Arcebispo Metropolitano da Paraíba.

Pentecostes é celebrado 50 (cinquenta) dias após o Domingo de Páscoa (Domingo da Ressurreição), quando Cristo, após morrer na cruz e ser sepultado, apareceu vivo para os seus discípulos. Pentecostes marca a descida do Espírito Santo sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2,1-4).

Jesus ordenou antes da ascensão ao Céu: “não se afastem de Jerusalém, aguardem que se cumpra a promessa do Pai” (cf. Act 1, 4-5); isto é, pediu que os apóstolos permanecessem juntos para se prepararem para receber o dom do Espírito Santo. E eles se reuniram em oração com Maria no Cenáculo à espera do acontecimento prometido (cf. Act 1,14). Tem assim início a missão da Igreja no mundo.

O padre Francisco de Assis, da Paróquia de Fátima em Campina Grande, enfatizou que ao celebrar o dia de Pentecostes, os cristãos encerram o Tempo Pascal, cenário litúrgico que junto a Quaresma, a Semana Santa e o próprio Tríduo Pascal. “Com efeito, o Mistério Pascal: a Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão do Senhor, encontram o seu cumprimento na efusão do Espírito Santo” ressaltou.

Para o padre Assis, o Pentecostes não foi algo íntimo, pessoal, privado, ou dentro de uma esfera mística. Foi visível e apreciado por muitas pessoas, o “vento”, o “fogo” e a capacidade dos apóstolos para fazerem-se entender em diversas línguas, fazem do Pentecostes um acontecimento linguístico. A língua do Espírito, segundo artigo escrito pelo religioso, é o Amor que torna possível aos apóstolos proclamar o Evangelho nas línguas e culturas de todos os povos, uma só mensagem se expressa em todas as línguas do mundo.

Com Pentecostes, segundo padre Assis, tornou-se realidade a universalidade da mensagem evangélica. “O Espírito escancara as portas do cenáculo e impele os apóstolos para sair. Eles não ficam, portanto, no cenáculo à espera que as pessoas os procurem; são eles que vão às pessoas. Sair, ir ao encontro dos pagãos significava colocar em discussão as próprias certezas religiosas; arriscar-se a ser contaminados” observou.

Para ele, o Espírito Santo impediu que a Igreja se tornasse uma “sinagoga”, um lugar fechado para escolhidos; Padre Assis lembrou ainda que o Papa Francisco tem desafiado a Igreja a sair de si mesma, do centro, e ir para as ruas, às fronteiras. “É o Espírito que dirige a Igreja e sugere as decisões. Esse maravilhoso prodígio que está só começando no dia de Pentecostes continuará vivo e real ao longo de toda a história da Igreja”, afirmou.

PBAgora 

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