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sábado, 21 de junho de 2014

Tavinho minimiza declarações de prefeito de Sousa: 'não tem sentido na história política dos Gadelha'

O vereador Tavinho Santos (PTC) afirmou que não acredita que o ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PMDB) vá retirar sua pré-candidatura ao governo do Estado, nem que o PMDB possa ‘rachar’ e decidir apoiar outros partidos.
Informações de bastidores contam que Veneziano poderia fechar aliança majoritária com o pré-candidato a reeleição, Ricardo Coutinho (PSB), na condição de vice e também há divergências com o PT que não quis se coligar na proporcional com os peemedebistas. A última foi a declaração do prefeito de Sousa, André Gadelha também do PMDB que afirmou que estava aguardando o deputado federal Leonardo Gadelha (PSC), antigo blocão com PT e que já estaria fechado na proporcional com os petistas, para anunciar apoio ao pré-candidato tucano, Cássio Cunha Lima, com o deputado Ruy Carneiro na condição de vice.
As bases do deputado já estariam sendo negociadas tanto com o ex-peemedebista, Benjamin Maranhão, agora do Solidariedade e com Leo Gadelha (que chegou a ser cogitado para a vice na chapa do PMDB).
Tavinho, aliado na proporcional do PMDB, garantiu que não existe essa questão. Que o PMDB ‘não pode, não deve e não vai’ deixar de ter uma candidatura, já que sempre coloca um nome desde 1986. O vereador reclamou que ‘as pessoas’ querem polarizar a eleição em duas candidaturas, mas garante que haverão três. PSB, PSDB e PMDB.
“Nunca presenciei uma promiscuidade dessa, estão deixando de lado os valores políticos em busca de benefícios individuais”, reclama e completa: “Pode ter certeza que Leo vai estar junto com Veneziano”.
O vereador destacou ainda que ‘não tem sentido’ Leonardo se coligar com Cássio. “Não tem sentido na história política dos Gadelhas, o PSDB. Tem com o PMDB, partidos mais de esquerda”, explica ressaltando que não apenas Leonardo, mas o próprio Andre deve seguir com Veneziano.
Contudo, Tavinho lembrou que ‘tudo pode acontecer’ e que até as convenções partidárias o tratamento será equânime. “Você pode até usar de artifícios de pesquisas e antes do pleito manipular, usar a mídia, mas na verdade quando começar a disputa, não tenho a menor dúvida que a população vai saber quem é melhor”, conclui.

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