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quinta-feira, 19 de março de 2015

Paraibanos se mostram indignados com silêncio de Duque em CPI


Paraibanos se mostram indignados com silêncio de Duque em CPI
Parlamentares paraibanos que integram a CPI da Petrobras, mostraram-se indignados, nesta quinta-feira, 19, com o silencio adotado pelo ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, que usou do direito de permanecer calado para não responder às perguntas do colegiado.

A decisão provocou a reação de congressistas, que revelaram  que vão adotar novas estratégias para os próximos depoentes. E falaram, ainda, em acareações e até na convocação da esposa de Duque.

Manoel Junior – “Agride ao povo e ao Parlamento”

O deputado federal Manoel Junior (PMDB-PB) disse que além de não falar na CPI, o silêncio do ex-diretor da Petrobras “agride a inteligência do povo brasileiro e o Parlamento”.

“Se ele tivesse o mínimo de consciência, estaria ajudando a Comissão e todos nós a elucidarmos os crimes que resultaram na maior quebradeira do mundo”, frisou o parlamentar paraibano.

Efraim Filho – “Ele vai ter que olhar Barusco nos olhos”

O deputado federal Efraim Filho (DEM-PB) também mostrou indignação com o silencia de Renato Duque. “Eu diria que o silencia do senhor Renato Duque foi ensurdecedor aos ouvidos do povo brasileiro que vêm as provas que já existe contra ele, um senhor que está detido na Polícia Federal acusado de corrupção, de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro e já foi citado em provas testemunhais de um ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco”.

O parlamentar paraibano disse que a população não consegue entender “como é que existem provas, números de contas na Suíça, transferência de contas de recursos de milhões de dólares, inclusive repatriados”. Ele afirmou que o silencio de Duque “será engolido pelas provas, pois tem uma frase que diz "o que ele faz grita tão alto aos meus ouvidos que mal posso escutar o que ele fala". Nós temos a prova do maior escândalo de corrupção no Brasil. O que se instalou na Petrobras foi uma máquina de corrupção para financiar um projeto de poder que envolve várias pessoas e empresas”.

Efraim Filho revelou que vai propor a Comissão uma acareação entre Duque e Pedro Barusco. “Hoje ele está calado aqui porque pode, mas já temos um requerimento pedindo uma acareação e, olhando no olho, ele vai ter que de ouvir, não os integrantes da CPI, mas o sr. Barusco apontar o dedo na cara dele e apresentar o número das contas por onde percorreu o dinheiro ilícito que ele transferiu para o interior e nesse momento que a máscara dele cairá, e entregar o resto da quadrilha”.





PB Agora com Agencia Política Real

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